Formas de atingir seu público nestes tempos…

Admiro demais as diversas formas de como conseguimos atingir o público-alvo de nossa campanha. Temos que dar um bom crédito a poderosa Internet, pois em quase todas as estratégias abaixo, precisamos dessa querida ferramenta.

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Acho que todo atendimento publicitário deve saber pelo menos do que cada uma se tratam.

Confesso que foi um avanço muito rápido, pra quem até ontem na faculdade, bolava mala direta através dos Correios.

A foto eu peguei no Comunicadores

Add comment 07/10/2009

Good Brands Report of 2009

O PSFK lançou um estudo bem interessante, chamado Good Brands Report of 2009, que traz a lista das 10 melhores marcas de 2009.

As escolhidas, diz o site, não são apenas as marcas mais conhecidas atualmente, mas empresas que são exemplos em inovação, consciência ambiental e políticas sociais. Um fato que me chamou a atenção é que, dos 100 maiores anunciantes de 2008, nenhum obteve um lugar no ranking.

A pesquisa foi feita com mais de 100 profissionais de mídia, tecnologia e publicidade que fazem parte da Purple List – uma comunidade que reúne diversas “mentes brilhantes” do mundo todo.

O estudo, que pode ser visto na íntegra no final do post, trouxe alguns pontos bem relevantes, como as principais lições que devemos aprender com cada marca. Portanto, ao invés de levantar polêmicas ou questionar a metodologia, vale a pena dar uma olhada nesse material, pois são, indiscutivelmente, grandes marcas que realmente tem muito a nos ensinar. Confira logo abaixo:

1 – Google – Experimente rapidamente, aceite o erro

2 – Apple – Todo aspecto da marca deve ser tão bom quanto o produto.

3 – Zipcar – Pare de vender produtos, comece a vender serviços.

4 – GOOD Magazine – Estabeleça a pauta e deixe os consumidores esplharem a conversa.

5 – Amazon – Identifique partes do seu negócio que podem ser ofericidas como serviços adicionais.

6 – Facebook – Crie o playground e deixe seus consumidores definirem a sua oferta.

7 – Virgin – Pense grande, pense pequeno. Maravilhe os consumidores com a sua audácia, agrade-os com a sua atenção aos detalhes e serviços.

8 – Twitter – Mantenha-se flexível, permita que o seu público dite como seus serviços e produtos são usados.

9 – IKEA – Tenha uma visão mais ampla da experiência de compra, tornando cada passo durante o caminho da compra mais simples e mais prazeroso.

10 – Skype – Obtenha escala com um produto grátis, ganhe dinheiro com seus serviços premium.

Achei demais!!!

Add comment 06/10/2009

Por que as empresas tem medo das mídias sociais?

Em um texto que está circulando na internet, a consultora de marketing B.L. Ochman dá seis razões que ajudam a entender muito bem o que ainda mantém a maioria das empresas longe das mídias sociais. Achei fantástico. Confira.

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1 – Os empregados vão desperdiçar seu tempo nas redes sociais.

Muitas grandes empresas bloqueiam o acesso dos seus empregados à internet como um todo. Outros tentam bloquear o uso do e-mail pessoal e de redes como Facebook durante as horas de trabalho.

Em maio de 2009, de acordo com o eMarketer, havia 29 milhões de smartphones nos EUA. É muito acesso à internet disponível para os trabalhadores de todo o país. Os empregadores não conseguirão manter as pessoas longe da internet nos intervalos, almoço, no banheiro e em outras situações como essas.

O valor do acesso à internet para os trabalhadores – em termos de pesquisa, comunicação e velocidade – é muito maior do que a perda de produtividade. As empresas tem o direito de criar regras sobre o uso pessoal da internet, mas bloqueá-la durante as horas de trabalho é ridículo.

2 – Aqueles que odeiam a marca vão fazer mal a ela.

“E aqueles que odeiam a marca?” é a primeira pergunta que aparece nas minhas conferências sobre mídias sociais nas empresas. “E se as pessoas falarem coisas ruins sobre nossa marca?”

Bem, pode haver coisas que você deve melhorar na sua empresa, e, neste caso, você deveria agradecer a eles por te contarem quais são. Depois, você deve realmente melhorá-las.

Se sua comunidade online tem pessoas que gostam da sua marca, elas se levantarão para resolver o problema para você. Elas é que te defenderão.

3 – Perderemos o controle da marca.

Ouça. Todo mundo tem um computador e mesmo alguém sem muita habilidade tem ferramentas para expressar uma opinião sobre a sua marca. Eles já estão falando sobre você.

O controle da mensagem é uma ilusão. Desista.

Seus funcionários estão falando sobre você em grupos fechados no Facebook, feitos para você ficar de fora para que eles possam conversar sobre a empresa. Seus clientes estão mandando e-mails, usando o Twitter e Facebook para contar aos amigos sobre as experiências que tiveram com a sua marca. Você já não tem controle. Portanto, é melhor que junte-se à conversa logo. Pelo menos você conseguirá exercer alguma influência sobre o que está sendo dito.

4 – Mídia social exige uma verba real. Não é algo tão barato ou grátis.

Enquanto algumas ferramentas de mídias sociais são gratuitas, saber usá-las requer experiência e perspectiva.

O filho do vizinho que domina o Twitter ou aquele estudante universitário não são capazes de integrar as mídias sociais à estratégia de marketing da empresa. Isso exige experiência e perspectiva. Ter uma grande rede de relacionamento social e uma enorme reputação online também ajudam.

Assim como existem carpinteiros que conseguem montar uma estante de livros e outros carpinteiros brilhantes que conseguem criar objetos de beleza genuína e duradoura, há milhares de gurus de mídia social (de todas as idades) que nunca trabalharam para um cliente real. Há pessoas de todos os preços. Contrate-os sob seu próprio risco.

5 – Temos medo de ser processados.

Essa é ridícula. Vamos para a próxima!

6 – Estamos com medo de entregar segredos da empresa ou informações que podem afetar o valor das nossas ações.

Se você não tem regras para o uso de mídias sociais, é hora de criar.

Se você não confia nos seus empregados para conversar com consumidores ou representar sua marca, você precisa olhar para as suas práticas de contratação ou para suas práticas de treinamento. Tem algo errado por lá.

Via CHMKT

Add comment 05/10/2009

Atendimento – um novo perfil e posicionamento

Márcio Santoro, sócio e VP de Atendimento da Agência Africa

Márcio Santoro, sócio e VP de Atendimento da Agência Africa

Márcio. Eu não gosto deste nome. A culpa é do médico da minha mãe. Pode parecer estranho, mas foi ele quem me deu esse nome. A história é simples: 30 de agosto de 1970, em alguma maternidade no centro de São Paulo, o pau corria solto. Meu pai querendo me dar o nome de Armando e minha mãe de Rodrigo (fico imaginando como ia me ferrar se me chamasse Rodrigo Santoro…).

De um lado toda a família Santoro e do outro a Miritello, tudo italiano casca grossa brigando para valer. A uma determinada altura a pancadaria atingiu um nível que o doutor teve que entrar. Em um ato impensado deu um palpite …aí veio Márcio!!!

Todo mundo fez cara de árvore e minha mãe, com falta de juízo, aceitou a sugestão. Ela olhou para mim e disse:
“- Você vai se chamar Márcio”.
Foi a primeira e última vez em que ela me chamou assim. Meu apelido foi dado no dia seguinte e virei Meco. O Márcio sumiu.

Passados 17 anos, trabalhando sem ganhar um centavo furado na DPZ (estágio não remunerado), me deparei com um sujeito gente-fina mas com cara de bravo (Daniel Barbará), que me disse: “- Márcio, (caramba…era eu!) pegue essas fitas e um avião e entregue uma cópia na Manchete e outra na Globo lá no Rio. Se não chegar no horário, eu arranco seu saco!”

Pronto! Márcio, ele voltou. O nome tava na roda em caráter irrevogável. Nesses tempos de DPZ, eu comecei a flertar com um departamento chamado “atendimento”. Eu gostava daquele negócio agitado, botando todo mundo na agência para trabalhar, o contato com clientes, a coisa de vender idéias etc. Mas o nome do departamento…Atendimento, mas que m… Dava a idéia de uma coisa limitada.

Mas me apaixonei e fui com tudo. Saí da DPZ, fui estudar fora, voltei e comecei a atender a Unilever na Lintas e lá fiquei por oito anos. Depois de mais sete anos na DM9DDB, fui convidado pelo Nizan para abrir a Africa, uma agência modelo de atendimento mais exclusivo, com poucos clientes. Durante esses últimos anos tenho tentado, até pela nossa forma diferenciada de se envolver com o cliente, criar um profissional de atendimento moderno, com visão de negócios.

Um cara que sai a campo toda semana, que tem as vendas na ponta da língua, que corta produtos do portifólio do cliente, que cria serviços, que diz “não” ao cliente com embasamento, que planeja, que dá o “key insight” para a criação, que discute pesquisa, que estimula a mídia a ser criativa, que integra o offline com o online.

Isso está em linha com a matéria de capa do Advertising Age de algumas semanas atrás, que alerta para o fim do profissional de atendimento antigo. A matéria é clara – morreu um perfil de profissional, e não a atividade. A mesma matéria diz que a Amalgamated aboliu o atendimento no começo de suas atividades em 2003 e foi um verdadeiro caos.

Atendimento, assim como Márcio, são nomes de que eu não gosto, mas estão aí. Esse negócio de acabar com o atendimento, tema em discussão hoje em dia, é uma piada ou simplesmente uma forma de ter assunto. Honestamente, eu me sinto desrespeitado com isso. Assim como toda a nossa categoria deveria se sentir.

Pior ainda é diluir as atribuições do atendimento aos outros departamentos. Dar a função de atendimento para planejamento ou criação é acabar com essas áreas, que vão ter que parar de planejar e criar para atender.

A Crispin Porter + Bogusky de Miami, uma das agências mais modernas e criativas do momento, tem atendimento e dos bons. Pergunte ao Jeff Steinhour, sócio e diretor de atendimento da Crispin.

Reinventar-se é hoje uma atribuição não só do atendimento, mas sim de toda a atividade da propaganda. Eu pensei em mudar o meu nome há alguns anos, mas achei melhor me concentrar e tentar ser um atendimento. Eu pensei em mudar o nome do meu departamento há alguns anos, mas achei melhor me concentrar em reinventá-lo. Extingui-lo seria muito mais fácil.

Via Perestroika

Add comment 13/09/2009

Case Regala Memoria

Esta ação funcionava com atores que abordavam algumas pessoas em Madri e se passavam por um conhecido. É obvio que as pessoas não lembravam.

É quando os mesmos atores entregam um cartão dizendo que era assim que as pessoas com Alzheirmer se sentiam!!!

De verdade, me sentiria orgulhoso se participasse de uma ação desta!

Parabéns para os criadores da ONG!! Simplesmente genial!

Add comment 13/09/2009

Case Chicletes Big Big – Bola Gigante

Ação da Leo Burnett, Brasil para os chicletes Big Big.

Aonde que eles fazem estas ações???

Queria ter passado perto de um carro desses!!

Add comment 13/09/2009

Case Bridgestone – Ironia

“Existe um lugar para os outros fabricantes de pneus na F1″. Da Showpony Advertising, Austrália, para Bridgestone.

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Achei de muito bom gosto!

Add comment 13/09/2009

O que vestir ao atender o seu cliente?

Salto muito alto, decotes extravagantes, camisa listrada com gravata de bolinha, meias brancas com calça preta clássica. São diversas as gafes que os profissionais de atendimento podem cometer na hora de escolher o seu traje.

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Ambos os sexos possuem essa difícil tarefa de se vestir bem. Antes, a mulher era o principal alvo das marcas de roupas e indústrias de cosméticos, por serem culturalmente mais vaidosas, mas não é o que acontece hoje em dia com a preocupação do homem em estar, não somente apresentável, mas também elegante e marcante.

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As roupas transmitem mensagens e é preciso cuidar da aparência. Acredito não existir uma regra para o pessoal de atendimento se vestir, pois é muito relativo, principalmente se o posicionamento da agência é mais extravagante.

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Se você aparece muito formal para um cliente mais descontraído, pode passar um ar de arrogância, porém ao contrario, pode parecer descaso. O profissional de atendimento deve ter atenção que além de se vestir para si, também se veste para os seus clientes.
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O cara que vai para o campo atender seu cliente não pode cometer o crime de aparecer mais pela sua roupa do que pela sua postura.

Apesar das empresas e agências não deixarem de promover os funcionários que se vestem mal, elas acreditam que quem se veste adequadamente, demonstra saber a importância que a companhia dá para a imagem que ele passa. Estar bem-vestido demonstra que o profissional pode representar bem a empresa, além de demonstrar o valor que dá a si mesmo.

Pra mim, a regra é clara! Vestir-se de modo elegante, gostar do que está usando e ter um pouquinho de bom senso!!

1 comment 08/09/2009

LEGO X PLAYMOBIL com Cinema!

Por se tratar de um feriadão, vou postar sobre algo que não tenha a ver com Atendimento Publicitário… Algo que fez parte da minha infância e que continuo amando até hoje: LEGO, PLAYMOBIL® e CINEMA!!!

Achei alguns cartazes históricos da sétima arte com esses outros clássicos das prateleiras de brinquedos!!

Playmobil:

Playmobil-Poster-Cinema-06

Playmobil-Poster-Cinema-02

Playmobil-Poster-Cinema-05

Playmobil-Poster-Cinema-04

LEGO:

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posters_lego-rocky

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Ahhh confesso que sempre fui mais fã do Lego!

Mais que genial essa produção hein!!!

Add comment 08/09/2009

Case – DHL Turning page

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Essa é aquela ideia que de tão simples dá raiva. A Xangai J & J Advertising Co. criou esse conceito para divulgar os serviços da DHL (líder mundial nos serviços de logística e frete expresso) , onde usaram a mídia revista de uma forma interativa e criativa.

Eles colocaram uma folha de PVC transparente com um entregador da DHL impresso nos dois lados, entre o anúncio criado, onde ao se folhear demonstrava o serviço de entrega rápida da empresa.

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Genial!!!

Via Comunicadores

Add comment 06/09/2009

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Guilherme Grigol

Trabalho como atendimento de uma agência de Publicidade em Campinas SP e acredito ter encontrado a minha paixão profissional.

Ter passado pelo marketing de empresas multinacionais como a Claro e a Mabe me fizeram ver como o cliente gosta de ser tratado e o que ele espera do meu trabalho.

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